Num jantar de amigos, perguntei ao padre franciscano que estava sentado ao meu lado, sobre as dúvidas dos crentes – o dinheiro acima de todas, claro.
- «Por que raio tantas pessoas ignóbeis, mesquinhas e pequenas têm tanto dinheiro? – perguntei eu - e por que raio de desígnio, Deus condena gente cumpridora e generosa a ter tão pouco?»…
De todos os assuntos práticos, apostei que essa era a pergunta mais inquietante e à qual não encontro lógica.
Desarmante e certeiro, o franciscano respondeu descontraído:
- «Se as pessoas vissem o dinheiro como uma provação, a pior de todas, as que Deus nos pode colocar no caminho, talvez pensassem de outra maneira».
Há quem viva em função dele, quem o ponha no topo das suas prioridades e faça tudo para o ter; há os que não têm jeito nenhum para o ganhar e os que se queixam da falta de sorte; os que vão roubando; os que têm o dom de o multiplicar e aqueles que o partilham com quem precisa.
Independentemente de razões, motivos ou sensibilidades, a verdade é que a frase 'o dinheiro não é tudo' é uma treta normalmente saída da boca de quem nunca precisou ou de quem nunca lhe sentiu a falta.
A vida é feita de momentos e, de facto, o dinheiro não é tudo... Mas ajudava, e muito, quem não o tem!
domingo, 8 de dezembro de 2013
sexta-feira, 22 de novembro de 2013
Tesouro! O que será?
Hoje ouvi uma frase que me ficou no ouvido todo o dia: “onde está o teu coração, aí estará o teu tesouro’.
Fiquei a pensar, a reflectir na frase tão pequena e com tanto significado. Esta é das tais frases que nos pode mudar a vida ou a forma de viver pelas questões que podem surgir na nossa mente ao escutá-la.
Nunca tenho uma resposta igual quando me interrogo afinal onde estará o meu tesouro? Estará na pouca família, sem a qual vivo? Estará no amor e na relação que tenho e que quero manter bem junto ao coração, como se de facto um tesouro se tratasse? Estará na carreira, na profissão pela qual dou tudo por tudo e me esforço o máximo por levar adiante, sem a qual não poderia obter alguns dos meus "luxos", que também se podem tornar nos meus tesouros? Estará nos amigos que, mesmo poucos, considero-os tesouros?
Família, amigos, amor, dinheiro... dá que pensar a que coisas damos mais valor e onde está verdadeiramente o nosso coração...ou será tudo isso o nosso verdadeiro tesouro?
Fiquei a pensar, a reflectir na frase tão pequena e com tanto significado. Esta é das tais frases que nos pode mudar a vida ou a forma de viver pelas questões que podem surgir na nossa mente ao escutá-la.
Nunca tenho uma resposta igual quando me interrogo afinal onde estará o meu tesouro? Estará na pouca família, sem a qual vivo? Estará no amor e na relação que tenho e que quero manter bem junto ao coração, como se de facto um tesouro se tratasse? Estará na carreira, na profissão pela qual dou tudo por tudo e me esforço o máximo por levar adiante, sem a qual não poderia obter alguns dos meus "luxos", que também se podem tornar nos meus tesouros? Estará nos amigos que, mesmo poucos, considero-os tesouros?
Família, amigos, amor, dinheiro... dá que pensar a que coisas damos mais valor e onde está verdadeiramente o nosso coração...ou será tudo isso o nosso verdadeiro tesouro?
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Dia Mundia do WC
Hoje é o ”Dia Mundial do WC”! Nunca pensei que tal coisa existisse, mas pelos vistos enganei-me... Aqui fica alguma informação, que consegui obter sobre o acontecimento:
A World Toilet Organization é uma organização global sem fins lucrativos, empenhada em melhorar as condições de higiene e saneamento em todo o mundo.
Segundo as Nações Unidas, 38% da população do mundo não têm condições sanitárias adequadas. O Dia Mundial do Banheiro foi inventado justamente para reduzir essa percentagem e debater sobre preocupações higiénicas. A meta é reduzir para 19% o número até ao ano de 2015.
Isto porque, 2,4 bilhões de pessoas em todo o mundo não possuem saneamento adequado e todos os anos 2,5 milhões de crianças morrem de diarreia, que poderia ter sido impedida se existissem boas condições de saneamento. Onde não existem locais seguros e limpos para as necessidades físicas, as pessoas estão expostas a doenças, falta de privacidade e a uma situação indigna.
As doenças geralmente relacionadas com a falta de água potável, o saneamento e as más condições higiénicas são: cólera, hepatite A, tracoma, disenteria, giardíase, poliomielite, e-coli, diarreia, febre tifóide, envenenamento alimentar causado por salmonela, bilhárzia, verme da Guiné e parasitas intestinais, tais como o ancilóstomo e a solitária.
Um grama de fezes pode conter 10 milhões de vírus, 1 milhão de bactérias, 1.000 quistos de parasitas e 100 ovos de parasitas.
World Toilet Day was established on 19 November 2001 by World Toilet Organizations Celebrated annually, it seeks to increase awareness of the importance of toilet sanitation and each individual’s right a safe and hygienic sanitary environment.
World-Toilet Organization – (WTO) is a global non profit organization committed to improving toilet and sanitation conditions worldwide.
R mais não digo porque... ainda estou estupfacta!
Fonte: World Toilet Organization/WTO/Water AID.
Isso mesmo! Alguém se lembrou de fazer um restaurante na China, precisamente inspirado numa casa-de-banho e está a ser um sucesso na cidade chinesa de Kunming, na província de Yunnan.
Em vez de cadeiras, os clientes sentam-se em sanitas reconvertidas, nas paredes encontram-se vários urinóis como decoração e a ementa inclui pratos como “gelado de excremento” e “guisado em penico” que é servido em bacios.
O proprietário, Xu Liang, garante que o restaurante está a ser um êxito maior do que esperava, com grande parte da clientela, na sua maioria, são estudantes.
E esta, hein?
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Felicidade, essa desconhecida...
Todos procuram a felicidade, mas esse estado de graça plena, é sempre muito difícil de alcançar por diversas razões... seja por exigência própria, seja por factores externos. Desses, alguns problemas podemos resolver, embora o problema maior seja sempre os outros e a maioria das vezes somos completamente impotentes... detestável sensação... a de impotência!
Eu sei que a vida nem sempre é aquilo que queremos e idealizamos, mas termos de andar ao sabor do tempo e de vontades alheias, é mais difícil ainda de contentar o nosso ego.
Uma vez escrevi que a equação da felicidade se baseava nas nossas vontades, desejos e sonhos, somadas às nossas oportunidades e que na base de tudo isso, estavam as outras pessoas... aquilo que fazemos para agradar os outros, para não os magoar ou até porque sentimo-nos melhor em fazê-lo, muitas vezes abdicando das nossas vontades e desejos.
Depois de tanto tempo de tribulação na minha vida, há algum tempo que encontrei o equilíbrio. Surgiu de ter alcançado a paz interior, de ter certezas, de ser capaz de tomar decisões por muito adiadas, de ter descoberto finalmente o melhor caminho para me libertar e para poder ser feliz. Nessa caminhada reencontrei o que perdera há muito... a alegria, a boa disposição, o sorriso e o amor. Sim, porque afinal na equação da felicidade o amor tem necessariamente de fazer parte.
Saber que somos capazes de fazer alguém feliz é uma sensação óptima...ter alguém que nos faça feliz é igualmente bom. Ver no rosto desse alguém ou sentir na sua voz um mero rasgo de tristeza, de angústia, provoca-me a inquietação, à própria angústia.... resta tentar pelos meios possíveis trazer de volta o sorriso a esses lábios e que lhe foi desperta de novo uma réstia de felicidade, porque sempre que termina a tempestade, vem a bonança...
Eu sei que a vida nem sempre é aquilo que queremos e idealizamos, mas termos de andar ao sabor do tempo e de vontades alheias, é mais difícil ainda de contentar o nosso ego.
Uma vez escrevi que a equação da felicidade se baseava nas nossas vontades, desejos e sonhos, somadas às nossas oportunidades e que na base de tudo isso, estavam as outras pessoas... aquilo que fazemos para agradar os outros, para não os magoar ou até porque sentimo-nos melhor em fazê-lo, muitas vezes abdicando das nossas vontades e desejos.
Depois de tanto tempo de tribulação na minha vida, há algum tempo que encontrei o equilíbrio. Surgiu de ter alcançado a paz interior, de ter certezas, de ser capaz de tomar decisões por muito adiadas, de ter descoberto finalmente o melhor caminho para me libertar e para poder ser feliz. Nessa caminhada reencontrei o que perdera há muito... a alegria, a boa disposição, o sorriso e o amor. Sim, porque afinal na equação da felicidade o amor tem necessariamente de fazer parte.
Saber que somos capazes de fazer alguém feliz é uma sensação óptima...ter alguém que nos faça feliz é igualmente bom. Ver no rosto desse alguém ou sentir na sua voz um mero rasgo de tristeza, de angústia, provoca-me a inquietação, à própria angústia.... resta tentar pelos meios possíveis trazer de volta o sorriso a esses lábios e que lhe foi desperta de novo uma réstia de felicidade, porque sempre que termina a tempestade, vem a bonança...
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
Dar e receber
Qualquer relação que tenhamos, quer humana quer animal, implica dar e receber. Se dermos carinho, recebemos carinho, se for amizade, esperamos recebê-la e se dermos amor, é certo que queremos ser correspondidos.
Qualquer que seja a complexidade dessa relação é indiferente. Seja uma relação de conhecimento superficial, uma amizade ou uma relação sentimental mais avançada "damos" e queremos "receber" de volta.
À medida em que "damos" depende em grande parte da nossa personalidade, das nossas características pessoais e, na minha opinião, na nossa experiência passada.
As vivência moldam-nos o ser e moldam também a nossa forma de nos "darmos" aos outros. Mais ou menos intensamente, por mais que o neguemos e nos queiramos tornar beneméritos, estamos sempre à espera que o outro se "dê" se não mais pelo menos tanto como nós.
Até que ponto nos contentamos com o "dar" do outro?
Dei por mim apenas a pensar no contentamento, na satisfação... em como por vezes pequenos gestos que fazemos a quem amamos, ou simplesmente gostamos, podem fazer a diferença. Pensei também nos gestos que nos são feitos pelos outros e sorri...
Fazer alguém feliz, basta um momento, um olhar de ternura, um toque no ombro... às vezes não é preciso muito para nos sentirmos queridos, cuidados, amados... até um olhar simpático serve...
Como dizia alguém: “No amor, as palavras sobram!” Por isso, a noção de “fazer alguém feliz’, é vasta, complexa e nem sempre de fácil definição, porque podemos fazer alguém feliz dando muito pouco e podemos ser felizes recebendo muito, pelo que a felicidade do outro pode comportar....
Qualquer que seja a complexidade dessa relação é indiferente. Seja uma relação de conhecimento superficial, uma amizade ou uma relação sentimental mais avançada "damos" e queremos "receber" de volta.
À medida em que "damos" depende em grande parte da nossa personalidade, das nossas características pessoais e, na minha opinião, na nossa experiência passada.
As vivência moldam-nos o ser e moldam também a nossa forma de nos "darmos" aos outros. Mais ou menos intensamente, por mais que o neguemos e nos queiramos tornar beneméritos, estamos sempre à espera que o outro se "dê" se não mais pelo menos tanto como nós.
Até que ponto nos contentamos com o "dar" do outro?
Dei por mim apenas a pensar no contentamento, na satisfação... em como por vezes pequenos gestos que fazemos a quem amamos, ou simplesmente gostamos, podem fazer a diferença. Pensei também nos gestos que nos são feitos pelos outros e sorri...
Fazer alguém feliz, basta um momento, um olhar de ternura, um toque no ombro... às vezes não é preciso muito para nos sentirmos queridos, cuidados, amados... até um olhar simpático serve...
Como dizia alguém: “No amor, as palavras sobram!” Por isso, a noção de “fazer alguém feliz’, é vasta, complexa e nem sempre de fácil definição, porque podemos fazer alguém feliz dando muito pouco e podemos ser felizes recebendo muito, pelo que a felicidade do outro pode comportar....
terça-feira, 5 de novembro de 2013
CTM - Conversa de Surdos
Macau com toda a sua pujança de cidade a querer ser moderna e internacional, tem serviços que deixam muito a desejar, principalmente no toca às telecomunicações, que em qualquer país funciona como deve ser, aqui, tudo parece que funciona de forma retrógrada.
Isto até parece anedota, mas é verdade e os usuários da CTM (Telecomunicações de Macau), bem sabem o que sofremos sempre que temos de resolver qualquer problema com esta empresa, que para além de trabalhar mal também não tem funcionários à altura do seu movimento.
Uma amiga, que está de passagem em Macau, pediu-me para irmos comprar um telemóvel e decidimos ir até à CTM, onde ela comprou um Nokia dos mais baratos e básicos que eles tinham, já com 3G, mas nem reparei no modelo.
Passados uns dias, ela apercebeu-se que não conseguia receber SMS de Portugal e pediu-me para ir com ela outra vez à CTM para tentar resolver o problema.
Conversa (foi em "inglês", mas eu traduzo):
Nós: "A minha amiga não consegue receber sms do estrangeiro. Recebe de Macau, mas de fora nada."
A menina: "Ok, então não conseguem receber sms"?
Nós: "Não, ela só recebe sms de Macau, não recebe é de números do estrangeiro"
A menina: "Mas de que país?"
Nós: "Qualquer um, mas foi da europa e neste caso de Portugal."
Entretanto a menina chama um rapaz. Eles pegam no telemóvel, mexem em todos os botões.
A menina: "Então não consegue mesmo receber sms"?
Nós: "Não, só se consegue receber sms de Macau, mas não se consegue receber de números de estrangeiro"
A menina: "Mas já receberam algum sms?"
Nós: "De Macau sim, mas do estrangeiro não, é por isso que estamos aqui a tentar resolver esse problema."
A menina fala mais uma vez com o rapaz e pega no telefone, provavelmente para ligar para a linha de apoio. Entre a chamada diz: "qual foi o número que vos mandou o sms?"
Nós: "Não sabemos porque não a recebemos"
A menina: "Mas não recebem sms do estrangeiro?"
Nós: "Sim"!!!!!
A menina: "De que país?"
Nós: "De Portugal"
Ela: "De onde?"
Nós: "Portugal!"
Entretanto o telefone pifa, ela carrega numas teclas e exclama convicta:
- "Ah, não tenho informação de que tenham recebido alguma coisa"
Nós: "Mas as pessoas que as enviaram garantiram que nos enviaram essas mensagens"
A menina: "Mas aqui não há nada"
Depois chama outro colega, trocam impressões em chinês, abanam a cabeça, riem-se e começámos a ter impressão que estavam a comentar que devíamos ser malucas ou algo do género.
Mesmo assim, nós sugerimos que podíamos ligar a alguém no estrangeiro para nos mandar um sms e testar. Concordaram e foi o que fizemos através do meu telemóvel, mas obviamente continuamos a não receber nada como era esperado! Por fim, a menina da CTM desligou o telefone e acabou por dizer:
- "Bom, vocês não conseguem receber sms do estrangeiro! Alguém vos vai ligar da linha de apoio para confirmar esta situação"
Finalmente recebemos a informação de como se deve activar sms's recebidos estando na Ásia. Para já a informação que vos dou é gratuita, mas para a próxima pagam, foi o que nos aconteceu: marcar no nokia: #*45*#678#*
Isto até parece anedota, mas é verdade e os usuários da CTM (Telecomunicações de Macau), bem sabem o que sofremos sempre que temos de resolver qualquer problema com esta empresa, que para além de trabalhar mal também não tem funcionários à altura do seu movimento.
Uma amiga, que está de passagem em Macau, pediu-me para irmos comprar um telemóvel e decidimos ir até à CTM, onde ela comprou um Nokia dos mais baratos e básicos que eles tinham, já com 3G, mas nem reparei no modelo.
Passados uns dias, ela apercebeu-se que não conseguia receber SMS de Portugal e pediu-me para ir com ela outra vez à CTM para tentar resolver o problema.
Conversa (foi em "inglês", mas eu traduzo):
Nós: "A minha amiga não consegue receber sms do estrangeiro. Recebe de Macau, mas de fora nada."
A menina: "Ok, então não conseguem receber sms"?
Nós: "Não, ela só recebe sms de Macau, não recebe é de números do estrangeiro"
A menina: "Mas de que país?"
Nós: "Qualquer um, mas foi da europa e neste caso de Portugal."
Entretanto a menina chama um rapaz. Eles pegam no telemóvel, mexem em todos os botões.
A menina: "Então não consegue mesmo receber sms"?
Nós: "Não, só se consegue receber sms de Macau, mas não se consegue receber de números de estrangeiro"
A menina: "Mas já receberam algum sms?"
Nós: "De Macau sim, mas do estrangeiro não, é por isso que estamos aqui a tentar resolver esse problema."
A menina fala mais uma vez com o rapaz e pega no telefone, provavelmente para ligar para a linha de apoio. Entre a chamada diz: "qual foi o número que vos mandou o sms?"
Nós: "Não sabemos porque não a recebemos"
A menina: "Mas não recebem sms do estrangeiro?"
Nós: "Sim"!!!!!
A menina: "De que país?"
Nós: "De Portugal"
Ela: "De onde?"
Nós: "Portugal!"
Entretanto o telefone pifa, ela carrega numas teclas e exclama convicta:
- "Ah, não tenho informação de que tenham recebido alguma coisa"
Nós: "Mas as pessoas que as enviaram garantiram que nos enviaram essas mensagens"
A menina: "Mas aqui não há nada"
Depois chama outro colega, trocam impressões em chinês, abanam a cabeça, riem-se e começámos a ter impressão que estavam a comentar que devíamos ser malucas ou algo do género.
Mesmo assim, nós sugerimos que podíamos ligar a alguém no estrangeiro para nos mandar um sms e testar. Concordaram e foi o que fizemos através do meu telemóvel, mas obviamente continuamos a não receber nada como era esperado! Por fim, a menina da CTM desligou o telefone e acabou por dizer:
- "Bom, vocês não conseguem receber sms do estrangeiro! Alguém vos vai ligar da linha de apoio para confirmar esta situação"
Finalmente recebemos a informação de como se deve activar sms's recebidos estando na Ásia. Para já a informação que vos dou é gratuita, mas para a próxima pagam, foi o que nos aconteceu: marcar no nokia: #*45*#678#*
sexta-feira, 25 de outubro de 2013
Pais abandonados
Hoje em dia não compreendo o desamor dos filhos pelos pais. É com enorme indiferença que “atiram” os pais para os “lares de terceira” idade, e muitos deles nem sequer se dignam visitá-los ou preocuparem-se mais com a sua sorte.
Noutras situações, são abandonados nos hospitais! Embora isso aconteça ao longo do ano, acentua-se quando se avizinham as férias de verão, as Festas do Natal e o Fim do Ano. Contudo, o abandono não ocorre só nas quadras festivas. Ao longo de todo o ano há idosos “esquecidos” pelos seus familiares directos nos hospitais e em lares da terceira idade.
Responsáveis hospitalares garantem que sim; - “há idosos que são trazidos às Urgências devido a alegadas indisposições ou falhas de saúde e que, uma vez constatado o falso alarme, não têm quem os receba de volta, porque se descobre que são falsos os dados de identificação fornecidos na recepção aquando da entrada”.
Esta é a nova sociedade? Que esperam quando chegar a vez deles? Exemplos destes, são um incentivo para os próprios filhos lhes fazerem o mesmo.
Mais estranho ainda, são os casos verificados com famílias de boa condição social, gente sem dificuldades económicas e que, apesar disso, se escusam a manter em casa idosos a que estão ligados por laços directos de sangue.
São situações que mostram claramente que o problema do abandono dos nossos idosos não pode ser atribuído apenas a dificuldades económicas, às faltas de espaço ou de outras condições de assistência.
As conclusões remetem-nos para a convicção de que noutros tempos os velhos eram tidos como símbolos de dignidade, hoje são um estorvo.
Mais ainda desde que as mulheres tiveram de deixar de ser “donas de casa” para passarem a competir com os homens nos empregos, que só a estes eram destinados. Hoje, os casais saem de casa logo pela manhã, seguindo cada um o caminho do seu posto de trabalho, de onde só regressam no final do dia.
Os filhos, se os há, são “despejados” à porta da escola, com as consequências que daí resultam e que todos conhecemos, e os idosos são deixados em casa, todo o dia entregues a si próprios, com os episódios dramáticos que frequentemente daí advêm ou então, metidos num lar e para ali ficam até morrer.
É uma situação que deriva das imposições trazidas pela sociedade actual, “mais aberta” e exigente. Uma sociedade afinal sem valores morais, que só num futuro não muito distante se encarregará de mostrar as suas deploráveis consequências.
Noutras situações, são abandonados nos hospitais! Embora isso aconteça ao longo do ano, acentua-se quando se avizinham as férias de verão, as Festas do Natal e o Fim do Ano. Contudo, o abandono não ocorre só nas quadras festivas. Ao longo de todo o ano há idosos “esquecidos” pelos seus familiares directos nos hospitais e em lares da terceira idade.
Responsáveis hospitalares garantem que sim; - “há idosos que são trazidos às Urgências devido a alegadas indisposições ou falhas de saúde e que, uma vez constatado o falso alarme, não têm quem os receba de volta, porque se descobre que são falsos os dados de identificação fornecidos na recepção aquando da entrada”.
Esta é a nova sociedade? Que esperam quando chegar a vez deles? Exemplos destes, são um incentivo para os próprios filhos lhes fazerem o mesmo.
Mais estranho ainda, são os casos verificados com famílias de boa condição social, gente sem dificuldades económicas e que, apesar disso, se escusam a manter em casa idosos a que estão ligados por laços directos de sangue.
São situações que mostram claramente que o problema do abandono dos nossos idosos não pode ser atribuído apenas a dificuldades económicas, às faltas de espaço ou de outras condições de assistência.
As conclusões remetem-nos para a convicção de que noutros tempos os velhos eram tidos como símbolos de dignidade, hoje são um estorvo.
Mais ainda desde que as mulheres tiveram de deixar de ser “donas de casa” para passarem a competir com os homens nos empregos, que só a estes eram destinados. Hoje, os casais saem de casa logo pela manhã, seguindo cada um o caminho do seu posto de trabalho, de onde só regressam no final do dia.
Os filhos, se os há, são “despejados” à porta da escola, com as consequências que daí resultam e que todos conhecemos, e os idosos são deixados em casa, todo o dia entregues a si próprios, com os episódios dramáticos que frequentemente daí advêm ou então, metidos num lar e para ali ficam até morrer.
É uma situação que deriva das imposições trazidas pela sociedade actual, “mais aberta” e exigente. Uma sociedade afinal sem valores morais, que só num futuro não muito distante se encarregará de mostrar as suas deploráveis consequências.
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quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Carimbo chinês
É com muita frequência que no dia-a-dia de um chinês se ouve dizer: - "Por favor, assine o seu nome e autentique com o seu carimbo". E, mesmo com o passar dos séculos e entrarmos na época moderna, na China, continua a ser necessário o carimbo com o nome do cliente, para diversas actividades sociais e comerciais tais como para retirar dinheiro no banco, para receber uma carta registada no correio, para legalizar um contrato, para acusar o recebimento de documentos oficiais, etc.
Na China, desde o tempo dos imperadores até ao presente, desde negócios governamentais oficiais a assuntos particulares, o carimbo continua a fixar o crédito e a promessa, mesmo após a assinatura, ele continua a ser necessário para que um documento tenha validade legal.
Apesar de seu pequeno tamanho, o carimbo desempenha um papel extremamente importante na vida de um chinês. Sela como quem assina, mas esse vermelho milenar da chancela chinesa, pode apenas reflectir um estado de espírito.
Os carimbos com nomes também são companheiros constantes de calígrafos e pintores chineses. Os artistas mantêm a tradição de carimbar as suas obras com os seus carimbos para "assiná-las", como prova de autenticidade.
Tradicionalmente, os materiais mais comuns para o fabrico de carimbos eram o cobre, para a população em geral, e o jade, para o imperador e a nobreza.
Há carimbos quadrados, redondos e até ovais. O tamanho deve depender da superfície a carimbar e, dependendo do formato da pedra, é que se define a técnica de impressão.
Mas sem tinta não há selo chinês e essa pasta pode ser à base de água ou de óleo. É tudo uma questão de preferência, mas se a primeira é mais corriqueira, a segunda tem outra qualidade e resiste mais ao tempo.
Os carimbos são esculpidos à mão. Através da técnica de escultura, os carimbos com nome combinam a beleza dos caracteres chineses com desenhos de linha
A parte mais importante da escultura talhada é a gravação da superfície do carimbo. E a metade do trabalho de esculpir um carimbo, está feito quando um estilo caligráfico for escolhido e o arranjo dos caracteres for decidido; todo este processo tem o nome de "composição" de um carimbo.
Esculpir os caracteres com cortes habilidosos, confiantes, é chamada a "técnica da faca". A união dessas duas técnicas resulta em uma forma totalmente nova de expressão escrita conhecida como "técnica caligráfica".
Muitos estrangeiros mandam fazer o seu carimbo com o caracter que tem o som do seu nome e usam-no por graça, apondo o carimbo no fim da assinatura, quando escrevem a um amigo…
Na China, desde o tempo dos imperadores até ao presente, desde negócios governamentais oficiais a assuntos particulares, o carimbo continua a fixar o crédito e a promessa, mesmo após a assinatura, ele continua a ser necessário para que um documento tenha validade legal.
Apesar de seu pequeno tamanho, o carimbo desempenha um papel extremamente importante na vida de um chinês. Sela como quem assina, mas esse vermelho milenar da chancela chinesa, pode apenas reflectir um estado de espírito.
Os carimbos com nomes também são companheiros constantes de calígrafos e pintores chineses. Os artistas mantêm a tradição de carimbar as suas obras com os seus carimbos para "assiná-las", como prova de autenticidade.
Tradicionalmente, os materiais mais comuns para o fabrico de carimbos eram o cobre, para a população em geral, e o jade, para o imperador e a nobreza.
Há carimbos quadrados, redondos e até ovais. O tamanho deve depender da superfície a carimbar e, dependendo do formato da pedra, é que se define a técnica de impressão.
Mas sem tinta não há selo chinês e essa pasta pode ser à base de água ou de óleo. É tudo uma questão de preferência, mas se a primeira é mais corriqueira, a segunda tem outra qualidade e resiste mais ao tempo.
Os carimbos são esculpidos à mão. Através da técnica de escultura, os carimbos com nome combinam a beleza dos caracteres chineses com desenhos de linha
A parte mais importante da escultura talhada é a gravação da superfície do carimbo. E a metade do trabalho de esculpir um carimbo, está feito quando um estilo caligráfico for escolhido e o arranjo dos caracteres for decidido; todo este processo tem o nome de "composição" de um carimbo.
Esculpir os caracteres com cortes habilidosos, confiantes, é chamada a "técnica da faca". A união dessas duas técnicas resulta em uma forma totalmente nova de expressão escrita conhecida como "técnica caligráfica".
Muitos estrangeiros mandam fazer o seu carimbo com o caracter que tem o som do seu nome e usam-no por graça, apondo o carimbo no fim da assinatura, quando escrevem a um amigo…
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sábado, 12 de outubro de 2013
Confronto entre Civilizações
Numa corajosa entrevista, a Drª Wafa Sultan, Psicóloga Árabe-Americana no programa de entrevista da TV Al-Jazeera, aborda o choque de civilizações do Islão radical contra o ocidente, demonstrando uma grande habilidade e conhecimento dos assuntos sociais e da diplomacia internacional.
Apesar da hostilidade árabe contra Israel, que pode ser vista através das TVs e de outros tipos de informação, em qualquer lugar do mundo, aquilo que parece ser absurdo também é possível ver-se em contraste com as correntes "naturais" do ódio.
Muitos árabes e muçulmanos não falam simplesmente por causa do medo, o medo das retaliações, medo do terror exercido por aqueles que acham que devem matar e destruir qualquer um que se opõem ao Islamismo radical.
Alguns porém, conseguiram vencer as barreiras do terror e do medo em prol da liberdade e da verdade, afinal, entre todas as nações desde Marrocos até o Paquistão só existe uma verdadeira democracia, que apregoa a liberdade de expressão e os direitos humanos: chama-se Israel.
Tanto os mais desconhecidos quanto os mais populares árabes e muçulmanos que apoiam Israel hoje têm algo em comum, o desejo de que essa liberdade que há em Israel, seja de expressão ou simplesmente de direitos humanos básicos, possa chegar também aos outros países do Médio Oriente.
Outra coisa em comum é o facto de que todos eles chegaram à conclusão de que a vida está acima do ódio e de que na realidade Israel já fez tudo o que podia fazer pela paz, mas agora está na altura de os países e organizações muçulmanas compreenderem de que a vez de ceder é deles, e não de Israel.
DECLARAÇÕES DA DRA. WAFA SULTAN EM PLENA REDE DE TELEVISÃO AL-JAZEERA:
“O confronto que estamos a testemunhar ao redor do mundo, não é um confronto de religiões, ou um choque de civilizações. É um confronto entre dois opostos, entre duas eras. É um choque entre uma mentalidade que pertence à Idade Média (o Islamismo) e outra mentalidade que pertence ao século 21 (as civilizações ocidentais).
É um confronto entre a civilização e o atraso, entre o civilizado e o primitivo, entre barbárie e da racionalidade. É um confronto entre liberdade e opressão, entre democracia e ditadura. É um conflito entre direitos humanos, por um lado, e a violação desses direitos, por outro lado. É o enfrentamento entre aqueles que tratam as mulheres como animais, e aqueles que querem tratá-las como seres humanos. O que vemos hoje não é um choque de civilizações. Civilizações não se chocam, mas concorrem entre si. É um choque entre a cultura do Ocidente e ignorância dos muçulmanos que usam o termo “choque de civilizações”, mas foram eles que começaram o confronto com as civilizações.
O profeta do Islão disse: - “Fui mandado para lutar até que as pessoas creiam em Deus e no seu mensageiro”
Quando os muçulmanos dividiram as pessoas entre muçulmanos e não muçulmanos, eles pediram para lutar uns contra os outros até que estes acreditassem naquilo que eles acreditam.
Então começou estas guerras. Para parar esta guerra, eles devem rever os seus livros islâmicos e currículos que estão repletos de referências ao “Takfir” e combater os infiéis.
Que civilizações lhes permite dar nomes às outras pessoas? (All Dima que são os indivíduos de segunda classe).
Noutras ocasiões, os chamados “povo do livro”, compara-os com macacos e porcos e chamam aos cristãos “aqueles que provocam a ira de Deus”. Quem lhes disse que são eles o “povo do livro”? Esses que são designados do “povo do livro”, são um povo de muitos livros, todos os livros científicos úteis que nós temos hoje, são deles…
Eles são o fruto do seu pensamento livre e criativo. Com que direito chamam “aqueles que provocam a ira de Deus” ou, “aqueles que se extraviaram” e depois apregoam que a sua religião abstêm-se em ofender as crenças dos outros?
Meus irmãos, vocês podem até acreditar em pedras, desde que não as atire em mim. Você é livre para adorar o que quiser, mas as crenças das outras pessoas não são assuntos meus, se eles acreditam que o Messias é Deus filho de Maria, ou que Satanás é Deus filho de Maria, deixem que as pessoas tenham as suas crenças.
Os judeus, que sobreviveram da tragédia do Holocausto, eles forçaram o mundo a respeitá-los, com seus conhecimentos, não com o terror, com o seu trabalho, e não com gritos e lamentos.
A humanidade deve a maioria das descobertas da ciência e dos séculos 19 e 20 aos cientistas judeus. 15 milhões de pessoas, espalhadas por todo o mundo, unidos, venceram os seus direitos através do trabalho e do conhecimento. Nós não vimos um único judeu explodir-se num restaurante alemão.
Nós não vimos um único judeu destruir uma igreja. Nós não vimos um único judeu protestar matando pessoas.
Os muçulmanos detonaram três estátuas de Buda que ficaram em pó. Nós não vimos um único budista queimar uma mesquita, matar um muçulmano, ou queimar uma embaixada.
Só os muçulmanos defendem as suas crenças queimando igrejas, matando pessoas e destruindo embaixadas. Esse caminho não os levará a nenhum resultado. Os muçulmanos devem se perguntar o que eles podem fazer para a humanidade, antes de exigir que a humanidade os respeite."
A Dra. Wafa Sultan tem feito algumas entrevistas nas redes de TV’s árabes contra o radicalismo e a violência. Costuma comparar e mostrar o quanto o radicalismo islâmico é animalesco e fora de qualquer senso. Elogia a pregação da Paz tão comum ao judaísmo e cristianismo muçulmano, e, apesar de já ter sido ameaçada em público, continua a luta contra a ignorância dos seus conterrâneos e "irmãos" muçulmanos, porque crê na justiça e na provisão divina.
DISCURSO: http://www.cafetorah.com/portal/Walfa-Sultan-em-portugues
Apesar da hostilidade árabe contra Israel, que pode ser vista através das TVs e de outros tipos de informação, em qualquer lugar do mundo, aquilo que parece ser absurdo também é possível ver-se em contraste com as correntes "naturais" do ódio.
Muitos árabes e muçulmanos não falam simplesmente por causa do medo, o medo das retaliações, medo do terror exercido por aqueles que acham que devem matar e destruir qualquer um que se opõem ao Islamismo radical.
Alguns porém, conseguiram vencer as barreiras do terror e do medo em prol da liberdade e da verdade, afinal, entre todas as nações desde Marrocos até o Paquistão só existe uma verdadeira democracia, que apregoa a liberdade de expressão e os direitos humanos: chama-se Israel.
Tanto os mais desconhecidos quanto os mais populares árabes e muçulmanos que apoiam Israel hoje têm algo em comum, o desejo de que essa liberdade que há em Israel, seja de expressão ou simplesmente de direitos humanos básicos, possa chegar também aos outros países do Médio Oriente.
Outra coisa em comum é o facto de que todos eles chegaram à conclusão de que a vida está acima do ódio e de que na realidade Israel já fez tudo o que podia fazer pela paz, mas agora está na altura de os países e organizações muçulmanas compreenderem de que a vez de ceder é deles, e não de Israel.
DECLARAÇÕES DA DRA. WAFA SULTAN EM PLENA REDE DE TELEVISÃO AL-JAZEERA:
“O confronto que estamos a testemunhar ao redor do mundo, não é um confronto de religiões, ou um choque de civilizações. É um confronto entre dois opostos, entre duas eras. É um choque entre uma mentalidade que pertence à Idade Média (o Islamismo) e outra mentalidade que pertence ao século 21 (as civilizações ocidentais).
É um confronto entre a civilização e o atraso, entre o civilizado e o primitivo, entre barbárie e da racionalidade. É um confronto entre liberdade e opressão, entre democracia e ditadura. É um conflito entre direitos humanos, por um lado, e a violação desses direitos, por outro lado. É o enfrentamento entre aqueles que tratam as mulheres como animais, e aqueles que querem tratá-las como seres humanos. O que vemos hoje não é um choque de civilizações. Civilizações não se chocam, mas concorrem entre si. É um choque entre a cultura do Ocidente e ignorância dos muçulmanos que usam o termo “choque de civilizações”, mas foram eles que começaram o confronto com as civilizações.
O profeta do Islão disse: - “Fui mandado para lutar até que as pessoas creiam em Deus e no seu mensageiro”
Quando os muçulmanos dividiram as pessoas entre muçulmanos e não muçulmanos, eles pediram para lutar uns contra os outros até que estes acreditassem naquilo que eles acreditam.
Então começou estas guerras. Para parar esta guerra, eles devem rever os seus livros islâmicos e currículos que estão repletos de referências ao “Takfir” e combater os infiéis.
Que civilizações lhes permite dar nomes às outras pessoas? (All Dima que são os indivíduos de segunda classe).
Noutras ocasiões, os chamados “povo do livro”, compara-os com macacos e porcos e chamam aos cristãos “aqueles que provocam a ira de Deus”. Quem lhes disse que são eles o “povo do livro”? Esses que são designados do “povo do livro”, são um povo de muitos livros, todos os livros científicos úteis que nós temos hoje, são deles…
Eles são o fruto do seu pensamento livre e criativo. Com que direito chamam “aqueles que provocam a ira de Deus” ou, “aqueles que se extraviaram” e depois apregoam que a sua religião abstêm-se em ofender as crenças dos outros?
Meus irmãos, vocês podem até acreditar em pedras, desde que não as atire em mim. Você é livre para adorar o que quiser, mas as crenças das outras pessoas não são assuntos meus, se eles acreditam que o Messias é Deus filho de Maria, ou que Satanás é Deus filho de Maria, deixem que as pessoas tenham as suas crenças.
Os judeus, que sobreviveram da tragédia do Holocausto, eles forçaram o mundo a respeitá-los, com seus conhecimentos, não com o terror, com o seu trabalho, e não com gritos e lamentos.
A humanidade deve a maioria das descobertas da ciência e dos séculos 19 e 20 aos cientistas judeus. 15 milhões de pessoas, espalhadas por todo o mundo, unidos, venceram os seus direitos através do trabalho e do conhecimento. Nós não vimos um único judeu explodir-se num restaurante alemão.
Nós não vimos um único judeu destruir uma igreja. Nós não vimos um único judeu protestar matando pessoas.
Os muçulmanos detonaram três estátuas de Buda que ficaram em pó. Nós não vimos um único budista queimar uma mesquita, matar um muçulmano, ou queimar uma embaixada.
Só os muçulmanos defendem as suas crenças queimando igrejas, matando pessoas e destruindo embaixadas. Esse caminho não os levará a nenhum resultado. Os muçulmanos devem se perguntar o que eles podem fazer para a humanidade, antes de exigir que a humanidade os respeite."
A Dra. Wafa Sultan tem feito algumas entrevistas nas redes de TV’s árabes contra o radicalismo e a violência. Costuma comparar e mostrar o quanto o radicalismo islâmico é animalesco e fora de qualquer senso. Elogia a pregação da Paz tão comum ao judaísmo e cristianismo muçulmano, e, apesar de já ter sido ameaçada em público, continua a luta contra a ignorância dos seus conterrâneos e "irmãos" muçulmanos, porque crê na justiça e na provisão divina.
DISCURSO: http://www.cafetorah.com/portal/Walfa-Sultan-em-portugues
quarta-feira, 9 de outubro de 2013
CRIANÇAS E BIRRAS
Ontem assisti no supermercado à cena de uma criancinha, que não teria mais de seis ou sete anos, com uma birra daquelas, que apetece chegar ao pé dela e dar-lhe dois valentes açoites. Mas não, a mãezinha, tentava levantar pacientemente a filha do chão, e ela esperneava, batia nas pernas da mãe furiosa e não se levantava do chão por mais esforços que a senhora fizesse, emitindo guinchos lancinantes.
Estas cenas são o prato forte de há uns anos a esta parte em qualquer lugar, nos supermercados, restaurantes, cafés, etc.
A maioria dos pais ficam passivos, ou os deixam a berrar até se calarem, ou não lhes ligam nenhuma, e, quem está por perto, tem de suportar aquele ambiente de criancinha mal educada porque o seu ‘anjinho’ começa a fazer birra e a gritar… deixa lá, é uma criancinha pequena, não percebe…
Sinceramente?! Não SUPORTO aquela criança que visivelmente está a fazer uma birra e os pais não conseguem manter o mínimo controle sobre elas?
Pois é… deviam ficar em casa com os avós ou com alguém, que tenha um bocadinho de senso e educação e metê-lo na ordem, até estarem devidamente educadas para conviver em sociedade.
Sem hipocrisia, eu acho mesmo muito desagradável! Ainda mais quando percebo que os pais não estão preocupados em apaziguar o incómodo de quem está por perto e, apesar dos olhares reprovadores ou complacentes de alguns espectadores forçados, o papá ou a mamã nem estão para se incomodar a resolver a situação.
E isto tem acontecido igualmente com filhos de colegas meus, em festas ou em convívios em que algumas dessas criancinhas são simplesmente insuportáveis.
Quando lhes digo que sou extremamente favorável a outras formas de educação, ou seja, de certo modo uma palmadinha no rabiosque, nunca matou ninguém, pelo contrário, têm sido motivo de boas histórias dos adultos actuais. Aliás, muitas vezes deviam de ser os pais que precisam apanhar e não os filhos, afinal eles são reflexos de uma educação, que não receberam ou se receberam, esqueceram!
Penso que isto é o reflexo da sociedade que criámos, porque há uma década ou duas começou a ser moda a educação “pedagógica”: se um pai dava uma palmada na mão de um filho num sítio público (digamos, durante uma birra, num café ou supermercado), as pessoas à volta olhavam para o dito pai, como se ele fosse um leproso.
Então é mais fácil dar umas gotinhas de medicamento para “a hiperactividade”, (perdoem-me os pais que têm filhos hiperactivos, porque esses são mesmo um caso sério), do que dar uma palmada, ou fazer cara feia, do que ralhar a sério, do que o pôr de castigo.
Se um adulto não tem capacidade de explicar a uma criança, que ela está a agir mal, e aguentar-se à bronca quando a criança não percebe ou não quer perceber e então recorre-se à velha palmada ou a um castigo para o fazer compreender que está errado, então não devia ter crianças.
As criancinhas são, na generalidade, indisciplinados, esticam-se para além do que nós consideramos admissível, não têm noção das regras sociais, são manipuladores e chinfrineiros. São putos, é normal e até é bom que o sejam, porque precisam (e têm o direito) de passar por esses estágios de desenvolvimento para aprender os limites, sem ganharem medo de desafios. Mas, para tudo há um limite!
Não estou a falar por falar! Tenho três filhos agora adultos e netos. Graças a Deus e à educação que lhes demos, nunca nos envergonharam em lado nenhum com este tipo de “actuações”.
A minha filha ainda se lembra de uma primeira birra que fez com 4 anos, esperneou e começou aos gritos porque queria nem sei o quê e talvez porque viu na escola outras a fazerem o mesmo. Levou duas palmadas e disse-lhe: -“agora tens razão para chorar de verdade”. Passou-lhe logo a vontade de bater os pezinhos no chão e chorar sem razão e nunca mais me fez esse tipo de cenas.
Desculpem-me os devotos as práticas pedagógicas que afinal não funcionam, mas é melhor pecar pelo excesso de educação, do que pela falta. Disciplina, boa criação e diálogo, muito diálogo, ainda são bem-vindos e quanto mais cedo este conceito for passado, melhores adultos serão. Educação ainda não é artigo de luxo, certo?
Estas cenas são o prato forte de há uns anos a esta parte em qualquer lugar, nos supermercados, restaurantes, cafés, etc.
A maioria dos pais ficam passivos, ou os deixam a berrar até se calarem, ou não lhes ligam nenhuma, e, quem está por perto, tem de suportar aquele ambiente de criancinha mal educada porque o seu ‘anjinho’ começa a fazer birra e a gritar… deixa lá, é uma criancinha pequena, não percebe…
Sinceramente?! Não SUPORTO aquela criança que visivelmente está a fazer uma birra e os pais não conseguem manter o mínimo controle sobre elas?
Pois é… deviam ficar em casa com os avós ou com alguém, que tenha um bocadinho de senso e educação e metê-lo na ordem, até estarem devidamente educadas para conviver em sociedade.
Sem hipocrisia, eu acho mesmo muito desagradável! Ainda mais quando percebo que os pais não estão preocupados em apaziguar o incómodo de quem está por perto e, apesar dos olhares reprovadores ou complacentes de alguns espectadores forçados, o papá ou a mamã nem estão para se incomodar a resolver a situação.
E isto tem acontecido igualmente com filhos de colegas meus, em festas ou em convívios em que algumas dessas criancinhas são simplesmente insuportáveis.
Quando lhes digo que sou extremamente favorável a outras formas de educação, ou seja, de certo modo uma palmadinha no rabiosque, nunca matou ninguém, pelo contrário, têm sido motivo de boas histórias dos adultos actuais. Aliás, muitas vezes deviam de ser os pais que precisam apanhar e não os filhos, afinal eles são reflexos de uma educação, que não receberam ou se receberam, esqueceram!
Penso que isto é o reflexo da sociedade que criámos, porque há uma década ou duas começou a ser moda a educação “pedagógica”: se um pai dava uma palmada na mão de um filho num sítio público (digamos, durante uma birra, num café ou supermercado), as pessoas à volta olhavam para o dito pai, como se ele fosse um leproso.
Então é mais fácil dar umas gotinhas de medicamento para “a hiperactividade”, (perdoem-me os pais que têm filhos hiperactivos, porque esses são mesmo um caso sério), do que dar uma palmada, ou fazer cara feia, do que ralhar a sério, do que o pôr de castigo.
Se um adulto não tem capacidade de explicar a uma criança, que ela está a agir mal, e aguentar-se à bronca quando a criança não percebe ou não quer perceber e então recorre-se à velha palmada ou a um castigo para o fazer compreender que está errado, então não devia ter crianças.
As criancinhas são, na generalidade, indisciplinados, esticam-se para além do que nós consideramos admissível, não têm noção das regras sociais, são manipuladores e chinfrineiros. São putos, é normal e até é bom que o sejam, porque precisam (e têm o direito) de passar por esses estágios de desenvolvimento para aprender os limites, sem ganharem medo de desafios. Mas, para tudo há um limite!
Não estou a falar por falar! Tenho três filhos agora adultos e netos. Graças a Deus e à educação que lhes demos, nunca nos envergonharam em lado nenhum com este tipo de “actuações”.
A minha filha ainda se lembra de uma primeira birra que fez com 4 anos, esperneou e começou aos gritos porque queria nem sei o quê e talvez porque viu na escola outras a fazerem o mesmo. Levou duas palmadas e disse-lhe: -“agora tens razão para chorar de verdade”. Passou-lhe logo a vontade de bater os pezinhos no chão e chorar sem razão e nunca mais me fez esse tipo de cenas.
Desculpem-me os devotos as práticas pedagógicas que afinal não funcionam, mas é melhor pecar pelo excesso de educação, do que pela falta. Disciplina, boa criação e diálogo, muito diálogo, ainda são bem-vindos e quanto mais cedo este conceito for passado, melhores adultos serão. Educação ainda não é artigo de luxo, certo?
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