Sabia que a antes da criação do selo, o destinatário é que a pagava quando recebia uma carta, criando assim um enorme número de devoluções?
Conta a lenda ou a história que, certo dia em Inglaterra, um homem vê uma jovem mulher recusar ao carteiro, entre lágrimas, uma carta do seu amado, por não ter dinheiro para pagar o transporte.
Nesses tempos, o pagamento no destino era uma realidade com um final incerto.
Conta-se que foi ao presenciar esta cena que Rowland Hill, membro do Parlamento do Reino Unido, terá tido a ideia de criar o selo postal, utilizando pela primeira vez a 6 de Maio de 1840, sendo assim o primeiro selo postal a circular em Inglaterra, para acabar com as tarifas a pagar no destino. Foi adoptada uma taxa nacional de 1 penny (centavo) paga pelo remetente.
O selo seria colado no canto superior direito dos envelopes, sendo a primeira estampa com o retrato da Rainha Vitoria a preto e branco conhecido como “Penny Black” que andou em circulação durante 40 anos. O selo foi mudando de cor e de feitio, deixando um interessante legado para interessados e coleccionadores.
Os selos passaram então a representar personalidades do país de origem ou traços culturais.
A chegada do selo foi fundamental para o sucesso da reforma postal, que revolucionou os Correios no mundo inteiro.
terça-feira, 29 de abril de 2014
sexta-feira, 25 de abril de 2014
25 Abril (40 anos depois...)
Hoje festeja-se mais um ano da “revolução de Abril” em Portugal. Mas, quarenta anos depois, persistem, na sociedade portuguesa, resquícios da ditadura do ‘Estado Novo’, ou, os actuais governantes são os herdeiros do mesmo e a liberdade que tanto custou a ganhar pela luta dos oprimidos no tempo do salazarismo, perdeu-se.
Há muitas forma de perder a liberdade! Sem pão não há democracia, que se dilui no medo de se perder o emprego, entreabrindo a porta para a aceitação de limitações e condições, que pertenciam ao “antes” do 25 de Abril.
A Justiça é cara e não funciona. O alargamento da escolarização não correspondeu à qualificação nem à promoção da cidadania.
As aldeias estão desertificadas, nas ruas dormem cada vez mais os sem-abrigo; as cantinas das escolas quase não conseguem dar de comer a todos os que passam fome e que para a maioria, é a única refeição do dia; a “sopa dos pobres”, vê todos os dias a crescer o número de pessoas carenciadas; há filas enormes nos centros de emprego para ouvirem o desespero dos desempregados (porque eles, políticos, têm sempre emprego assegurado), choros de desespero nos aeroportos dos que são obrigados a emigrar, lares e hospitais onde os velhos são abandonados pelas famílias e a lista não tem fim.
Em suma, ao país real onde vivem aqueles a quem, há 40 anos, foi prometido as amanhãs cantantes, vitória certa na unidade de todos, o fim dos vampiros que tudo comem, além das indispensáveis “liberdade”, “igualdade” e “fraternidade”, nada existe!
A Liberdade vai sendo amordaçada. A igualdade, ou seja, os direitos dos trabalhadores estão ameaçados. Há, inclusive, empresários que agridem verbal e fisicamente os trabalhadores, em especial, mulheres, e as autoridades assobiam para o lado… A violência sobre a mulher não desapareceu e os jornais continuam a noticiar a morte de mulheres que não tiveram a devida protecção.
A desigualdade de género não se extinguiu. O desrespeito por quem pensa de forma diferente manifesta-se com frequência, gerando situações de intolerância e ostracismo. Para terminar, e a propósito, só me ocorre uma palavra de ordem muito gritada na Revolução:
A LUTA CONTINUA!
Pela democracia, claro!)
"Eu queria estar na festa, pá
Com a tua gente
E colher pessoalmente
Uma flor no teu jardim
Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei, também, que é preciso, pá
Navegar, navegar
Lá faz primavera, pá
Cá estou doente
Manda urgentemente
Algum cheirinho de alecrim"
Chico Buarque
De todas as revoluções democráticas e populares já havidas no mundo, a Revolução Portuguesa de 25 de Abril, certamente, é uma das mais belas e poéticas. Inspira até hoje milhares de jovens e trabalhadores lutadores por um mundo melhor.
O vermelho dos cravos e a beleza das músicas e poesias que cantaram a revolução até hoje, emocionam profundamente os revolucionários pelo mundo.
Por isso,
25 de Abril SEMPRE!
Há muitas forma de perder a liberdade! Sem pão não há democracia, que se dilui no medo de se perder o emprego, entreabrindo a porta para a aceitação de limitações e condições, que pertenciam ao “antes” do 25 de Abril.
A Justiça é cara e não funciona. O alargamento da escolarização não correspondeu à qualificação nem à promoção da cidadania.
As aldeias estão desertificadas, nas ruas dormem cada vez mais os sem-abrigo; as cantinas das escolas quase não conseguem dar de comer a todos os que passam fome e que para a maioria, é a única refeição do dia; a “sopa dos pobres”, vê todos os dias a crescer o número de pessoas carenciadas; há filas enormes nos centros de emprego para ouvirem o desespero dos desempregados (porque eles, políticos, têm sempre emprego assegurado), choros de desespero nos aeroportos dos que são obrigados a emigrar, lares e hospitais onde os velhos são abandonados pelas famílias e a lista não tem fim.
Em suma, ao país real onde vivem aqueles a quem, há 40 anos, foi prometido as amanhãs cantantes, vitória certa na unidade de todos, o fim dos vampiros que tudo comem, além das indispensáveis “liberdade”, “igualdade” e “fraternidade”, nada existe!
A Liberdade vai sendo amordaçada. A igualdade, ou seja, os direitos dos trabalhadores estão ameaçados. Há, inclusive, empresários que agridem verbal e fisicamente os trabalhadores, em especial, mulheres, e as autoridades assobiam para o lado… A violência sobre a mulher não desapareceu e os jornais continuam a noticiar a morte de mulheres que não tiveram a devida protecção.
A desigualdade de género não se extinguiu. O desrespeito por quem pensa de forma diferente manifesta-se com frequência, gerando situações de intolerância e ostracismo. Para terminar, e a propósito, só me ocorre uma palavra de ordem muito gritada na Revolução:
A LUTA CONTINUA!
Pela democracia, claro!)
"Eu queria estar na festa, pá
Com a tua gente
E colher pessoalmente
Uma flor no teu jardim
Sei que há léguas a nos separar
Tanto mar, tanto mar
Sei, também, que é preciso, pá
Navegar, navegar
Lá faz primavera, pá
Cá estou doente
Manda urgentemente
Algum cheirinho de alecrim"
Chico Buarque
De todas as revoluções democráticas e populares já havidas no mundo, a Revolução Portuguesa de 25 de Abril, certamente, é uma das mais belas e poéticas. Inspira até hoje milhares de jovens e trabalhadores lutadores por um mundo melhor.
O vermelho dos cravos e a beleza das músicas e poesias que cantaram a revolução até hoje, emocionam profundamente os revolucionários pelo mundo.
Por isso,
25 de Abril SEMPRE!
sexta-feira, 11 de abril de 2014
A Páscoa é...
Chegámos à Primavera, que parece promover à abertura de novos caminhos, incentiva-nos a mente com pensamentos mais positivos, aquece-nos o coração e a alma.
Quando amanhece com sol, tudo nos parece mais leve, desbloqueado, trazendo-nos um novo brilho no olhar e um sorriso no rosto.
Esta é a época de ponderação, da boa vontade e, porque estamos a chegar à Páscoa, há um estímulo especial que nos faz sentir igualmente especiais:
A Páscoa é sinónimo de mudança
É partilhar a vida na esperança
É lutar para vencer todo o sofrimento
É ajudar gente a ser mais gente
É viver em constante libertação
É crer na vida que vence a morte
É dizer sim ao Amor e à Vida
É investir na Fraternidade e lutar por um mundo melhor…
É vivenciar a solidariedade
É renascimento e recomeço
É vermos que hoje somos melhores que ontem
É afinal uma nova oportunidade para melhorarmos aquilo que não gostamos em nós, para sermos mais felizes e conhecermo-nos mais um bocadinho
Desejo a todos uma FELIZ PÁSCOA, cheia de Paz, Amor e muita saúde!
Quando amanhece com sol, tudo nos parece mais leve, desbloqueado, trazendo-nos um novo brilho no olhar e um sorriso no rosto.
Esta é a época de ponderação, da boa vontade e, porque estamos a chegar à Páscoa, há um estímulo especial que nos faz sentir igualmente especiais:
A Páscoa é sinónimo de mudança
É partilhar a vida na esperança
É lutar para vencer todo o sofrimento
É ajudar gente a ser mais gente
É viver em constante libertação
É crer na vida que vence a morte
É dizer sim ao Amor e à Vida
É investir na Fraternidade e lutar por um mundo melhor…
É vivenciar a solidariedade
É renascimento e recomeço
É vermos que hoje somos melhores que ontem
É afinal uma nova oportunidade para melhorarmos aquilo que não gostamos em nós, para sermos mais felizes e conhecermo-nos mais um bocadinho
Desejo a todos uma FELIZ PÁSCOA, cheia de Paz, Amor e muita saúde!
Etiquetas:
Páscoa 2014
sábado, 15 de março de 2014
Renascer
Agora que terminou a folia carnavalesca, que foi um pequeno mergulho fora da realidade, voltámos à dureza do dia-a-dia, onde a fantasia que nos trouxe uma alegria diferente e especial já não existe, onde as máscaras e pinturas podem esconder o que realmente sentimos, onde estranhos se parecem amigos, pelo simples facto de viverem o mesmo momento.
Quando qualquer período festivo termina, vem a calmaria de dias normais com as cobranças diárias a que normalmente nos submetemos, dos objectivos a serem atingidos, da convivência com pessoas que temos dúvidas, das incertezas do amanhã e do sentimento de estar só e voltamos a questionar a nossa vida…
Agora, que estamos perto da Páscoa, é um caminho para uma festa diferente de uma alegria contida, é a festa do Cristianismo, ponto alto do ano litúrgico, lembrando provações e lutas contra a injustiça e morte que, dolorosamente persistem no mundo.
Certamente não é por acaso que a Primavera e a Páscoa apareceram juntas, num renascer que inunda a natureza e as nossas vidas.
A Primavera aparece florida, o sol espreita menos tímido e tudo se renova, gerando vida.
A Páscoa, é a vitória depois da morte, sobre o Outono e o Inverno das nossas vidas.
Aqui fica, nesta época pascal, um pensamento do filósofo e pintor Jean Guitton:
“Tudo se passa como se fôssemos feitos de outra coisa, para um futuro não realizado, para uma felicidade ainda não obtida, para um “outro mundo”, para uma “outra vida’, para uma libertação das aparências opressivas, para uma vitória sobre a morte… “
Sei demasiado bem, que amadurecer, é ver o infinito cada vez mais perto de nós.
PÁSCOA FELIZ!
Quando qualquer período festivo termina, vem a calmaria de dias normais com as cobranças diárias a que normalmente nos submetemos, dos objectivos a serem atingidos, da convivência com pessoas que temos dúvidas, das incertezas do amanhã e do sentimento de estar só e voltamos a questionar a nossa vida…
Agora, que estamos perto da Páscoa, é um caminho para uma festa diferente de uma alegria contida, é a festa do Cristianismo, ponto alto do ano litúrgico, lembrando provações e lutas contra a injustiça e morte que, dolorosamente persistem no mundo.
Certamente não é por acaso que a Primavera e a Páscoa apareceram juntas, num renascer que inunda a natureza e as nossas vidas.
A Primavera aparece florida, o sol espreita menos tímido e tudo se renova, gerando vida.
A Páscoa, é a vitória depois da morte, sobre o Outono e o Inverno das nossas vidas.
Aqui fica, nesta época pascal, um pensamento do filósofo e pintor Jean Guitton:
“Tudo se passa como se fôssemos feitos de outra coisa, para um futuro não realizado, para uma felicidade ainda não obtida, para um “outro mundo”, para uma “outra vida’, para uma libertação das aparências opressivas, para uma vitória sobre a morte… “
Sei demasiado bem, que amadurecer, é ver o infinito cada vez mais perto de nós.
PÁSCOA FELIZ!
sábado, 8 de março de 2014
Dia Internacional da Mulher (2014)
Hoje, 8 de Março, é o dia internacional dedicado à mulher. É uma data para refletirmos sobre os valores e igualdade entre homens e mulheres. Infelizmente e embora estejamos no século XXI, ainda vemos mulheres que sofrem nas mãos de homens e em regimes políticos ou religiosos, que insistem em excluí-las da sociedade e puni-las em praça pública por dirigentes fanáticos como tem acontecido nos países islâmicos, entre outros.
Mais do que receber uma flor, neste dia 8 de março de 2014, confraternize com as pessoas mais importantes do mundo, aquelas que são mães, amigas, companheiras.
A todas as mulheres, namoradas, esposas, executivas e vencedoras, as que sofrem, que lutam e labutam, esta é mais uma data comemorativa para todas as mulheres sem excepção, que possam comemorar em pleno este dia no mais completo significado da palavra igualdade.
Mulher!
Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis
Que divide a sua alma em duas
Para carregar tamanha sensibilidade e força
Que ganha o mundo com a sua coragem
Que traz paixão no olhar…
Mulher!
Que luta pelos seus ideais,
Que dá a vida pela sua família
Mulher!
Que ama incondicionalmente
Que se arranja e se perfuma
Que vence o cansaço
Mulher!
Que chora e que ri
Mulher que sonha…
Tantas mulheres, belezas únicas, vivas,
Cheias de mistérios e encanto!
Mulheres que deveriam ser lembradas,
amadas, admiradas todos os dias…
Para si, Mulher tão especial…
Feliz 8 de Março
Mais do que receber uma flor, neste dia 8 de março de 2014, confraternize com as pessoas mais importantes do mundo, aquelas que são mães, amigas, companheiras.
A todas as mulheres, namoradas, esposas, executivas e vencedoras, as que sofrem, que lutam e labutam, esta é mais uma data comemorativa para todas as mulheres sem excepção, que possam comemorar em pleno este dia no mais completo significado da palavra igualdade.
Mulher!
Que traz beleza e luz aos dias mais difíceis
Que divide a sua alma em duas
Para carregar tamanha sensibilidade e força
Que ganha o mundo com a sua coragem
Que traz paixão no olhar…
Mulher!
Que luta pelos seus ideais,
Que dá a vida pela sua família
Mulher!
Que ama incondicionalmente
Que se arranja e se perfuma
Que vence o cansaço
Mulher!
Que chora e que ri
Mulher que sonha…
Tantas mulheres, belezas únicas, vivas,
Cheias de mistérios e encanto!
Mulheres que deveriam ser lembradas,
amadas, admiradas todos os dias…
Para si, Mulher tão especial…
Feliz 8 de Março
Etiquetas:
Dia da Mulher 2014
terça-feira, 4 de março de 2014
CARNAVAL 2014
A vida são dois dias e de Carnaval são... três!
Hoje é um dia especial: Terça-feira
de Carnaval e amanhã será a Quarta-feira de Cinzas. Após o Entrudo, vem a Quaresma. (Aliás, chama-se Entrudo por ser
precisamente entrada na Quaresma). E, de facto, já estamos na Quaresma.
A origem do Carnaval remete para uma série de elementos e
ritos religiosos das antigas sociedades grega e romana entre 600 e 520 a.C.; e, no início, a festa era um agradecimento aos
deuses pela fertilidade do solo. A Igreja Católica acabou por adoptar
oficialmente o Carnaval em 590 d.C. – sim, mesmo o Carnaval cristão é uma festa
que remonta à Idade Média e que se foi estendendo por toda a Europa.
Por outro lado, já na época medieval, a Igreja assume estas celebrações,
conferindo-lhes um novo significado: a preparação para o longo período de jejum,
que são os quarenta dias da Quaresma. Daqui, o uso indistinto dos termos carnaval, do
latim carne, vale,
isto é, adeus, carne e
entrudo, introitu ,
entrada. Que é como quem diz, adeus,
carne que vamos dar entrada na Quaresma.
Em países como Itália e França, o Carnaval ocorria em
formas de desfiles urbanos, onde os carnavalescos usavam máscaras e fantasias.
Personagens como a colombina, o pierrô e o Rei Momo também foram incorporados
ao carnaval brasileiro, embora sejam de origem europeia.
O uso de máscaras, está relacionado com o facto de os
nobres não quererem ser identificados nesses dias de excessos…
Em Portugal, o feriado passou a ser comemorado a
partir do século XV, nas festas chamadas “entrudos” influenciado
pelas festas carnavalescas que aconteciam na Europa.
Portugal tem uma grande
tradição carnavalesca, que evoluiu ao longo dos anos e continua a levar
multidões para a rua, com carros alegóricos, fazendo sátiras aos acontecimentos
sociais onde os políticos são os mais visados. São muito populares as Matrafonas
(homens mascarados de mulheres). Ao longo do desfile, os carros alegóricos
também são acompanhados por outras figuras típicas, os divertidos Cabeçudos, ou
seja, pessoas que vestem os fatos carnavalescos, aos quais foi adicionado um
elemento bem típico – uma cabeça gigantesca, que lhes dá um ar tipicamente
caracteristico Finalmente, também há a realçar as Marias Cachuchas, mulheres
que se disfarçam de homem e que funcionam como o contraponto às Matrafonas,
bailando pelas ruas e metendo-se com o público.
O REI DO CARNAVAL: BRASIL!
O Entrudo chegou ao Brasil,
quando chegaram as primeiras caravelas portuguesas da colonização e receberam
depois a influência das máscaras italianas no século XX e elementos africanos,
com os escravos.
No final do século XIX, começam a aparecer os primeiros blocos
carnavalescos, cordões e os famosos "corsos". Estes últimos,
tornaram-se mais populares no começo dos séculos XX. As pessoas fantasiavam-se,
decoravam os seus carros e, em grupos, desfilavam pelas ruas das cidades. Aparecem
então os carros alegóricos, típicos das escolas de samba actuais.
O Carnaval como o conhecemos hoje em dia, começou a
tomar forma durante o Renascimento, quando as festas incorporaram os bailes de
máscaras, as fantasias elaboradas e os carros alegóricos.
Muito mais que o Carnaval, o Brasil transformou-o numa
festa de alegria, única em todo o mundo, onde o “Ô Abre
Alas!”, música composta por Chiquinha Gonzaga, que foi a
primeira feita especificamente para o Carnaval e cantada pela primeira vez em
1890; época em que os foliões passaram a usar as máscaras que são, até hoje, as
mais tradicionais da festa, tornando o Carnaval no Brasil, o mais
famoso do mundo, atraindo turistas de todos os cantos do planeta. É celebrado
por todo o país e em cada uma das regiões assume um formato ligeiramente
diferente, sem nunca perder as suas características principais: a música, a
dança, a alegria e a descontracção.
A partir do século XX, o Carnaval foi crescendo e
torna-se cada vez mais uma festa popular. Esse crescimento ocorreu com a ajuda
das marchinhas carnavalescas. As músicas feitas de prepósito para esta época,
deixavam o Carnaval cada vez mais animado e começam os primeiros campeonatos
para verificar qual a escola de samba seria a mais bonita e a mais bem
produzida.
Apesar do Carnaval mais famoso
do mundo ser o do Brasil, ele é comemorado em muitos países e de muitas
maneiras diferentes, de acordo com os costumes e tradições de cada nação.
Etiquetas:
carnaval 2014,
festa,
sociedades
sábado, 1 de fevereiro de 2014
A Missa dos Palhaços
Todos os anos, dezenas de palhaços em Inglaterra, juntam-se para orar numa igreja em Londres.
A cerimónia é feita em homenagem a Joseph Grimaldi, que morreu em 1837 e que foi o inventor dos palhaços modernos.
Há 68 anos que no primeiro domingo de Fevereiro, vários profissionais da gargalhada, vestem-se a rigor para se apresentarem na missa, cuja cerimónia decorre na Igreja “Holy Trinity”, em Londres.
Embora o humor seja fundamental nesta profissão, a cerimónia é séria, porque pretende também homenagear os colegas que faleceram no ano anterior.
Esta cerimónia anual, tornou-se num evento turístico, pois muitos curiosos juntam-se dentro e fora da Igreja, para assistir à cerimónia e no final, todos os artistas se juntam para fazer uma grande actuação.
A cerimónia é feita em homenagem a Joseph Grimaldi, que morreu em 1837 e que foi o inventor dos palhaços modernos.
Há 68 anos que no primeiro domingo de Fevereiro, vários profissionais da gargalhada, vestem-se a rigor para se apresentarem na missa, cuja cerimónia decorre na Igreja “Holy Trinity”, em Londres.
Embora o humor seja fundamental nesta profissão, a cerimónia é séria, porque pretende também homenagear os colegas que faleceram no ano anterior.
Esta cerimónia anual, tornou-se num evento turístico, pois muitos curiosos juntam-se dentro e fora da Igreja, para assistir à cerimónia e no final, todos os artistas se juntam para fazer uma grande actuação.
sexta-feira, 31 de janeiro de 2014
O invejoso...
Estranho sentimento esse, a inveja! Há quem diga que a inveja é uma confissão de inferioridade, porque ninguém sente inveja de um pobre, ou de alguém feio e gordo, ou de alguém que foi preso, mas sim, de quem tem (aparentemente) uma bela vida, que viaja, que é bonito, que tem êxito na vida profissional ou pessoal, etc.
A desproporcionada felicidade e admiração que há no outro, é experimentada no invejoso como uma perda pessoal e injusta, tão avassaladora, que lhe suscita a ânsia irreversível da destruição e cancelamento do indesejável e competitivo parceiro e o impulso do invejoso é eliminar ou estragar o que pensa ser a fonte daquela alegria e o outro deixa de ser um parceiro para tornar-se um rival.
O invejoso, deixa de ter uma existência autónoma e diferenciada para, na maior parte dos casos, andar enredado nos dramas, ficções e combates fantasmagóricos do “eu” contra a criatura que entende ser o seu rival.
Deixa de constituir a possibilidade criativa de pessoa saudável, para viver capturado num ressentimento que alaga tudo de mesquinhez, tramas e sombras.
A inveja surge do sentimento da incapacidade de viver os próprios sonhos, de alcançar as metas e realizações. Por isso, o exemplo daqueles que realizaram algo, faz lembrar ao invejoso aquilo que não foi capaz de fazer. No entanto, muitas vezes a sensação de incapacidade, a matriz da inveja, deve-se à escolha inadequada de metas, como desejar algo que não está ao seu alcance.
Não sei se os psicólogos têm razão quando afirmam que o objecto primário de toda a inveja tem como origem o seio nutridor materno. Cada um traz um quinhão de falhas de amor, talvez arrastadas por traumas de infância, mas o problema é como cada um as reconhece, integra e as transfigura.
As crianças têm de aprender a ver a mãe, não apenas como uma fonte de alimento e aprender a controlar a sua voracidade porque, o amor materno não é perfeito e nem tem que ser, porque o amor de mãe é inerente à condição de mãe, que pode variar de acordo com a consciência de cada uma, de acordo com as ambições, frustrações ou cultura, ele pode ser fraco ou forte, existir ou não existir, aparecer e desaparecer, pode ser bom ou mau, ter preferência por um filho ou não, mas isso não é motivo para se ficar com o “trauma da inveja”, que é uma reivindicação estéril e infeliz.
O contrário da inveja é a gratidão e esta, está intimamente ligada à confiança,no bem que se desenvolve nos outros e no bem que se pode receber dele.
A desproporcionada felicidade e admiração que há no outro, é experimentada no invejoso como uma perda pessoal e injusta, tão avassaladora, que lhe suscita a ânsia irreversível da destruição e cancelamento do indesejável e competitivo parceiro e o impulso do invejoso é eliminar ou estragar o que pensa ser a fonte daquela alegria e o outro deixa de ser um parceiro para tornar-se um rival.
O invejoso, deixa de ter uma existência autónoma e diferenciada para, na maior parte dos casos, andar enredado nos dramas, ficções e combates fantasmagóricos do “eu” contra a criatura que entende ser o seu rival.
Deixa de constituir a possibilidade criativa de pessoa saudável, para viver capturado num ressentimento que alaga tudo de mesquinhez, tramas e sombras.
A inveja surge do sentimento da incapacidade de viver os próprios sonhos, de alcançar as metas e realizações. Por isso, o exemplo daqueles que realizaram algo, faz lembrar ao invejoso aquilo que não foi capaz de fazer. No entanto, muitas vezes a sensação de incapacidade, a matriz da inveja, deve-se à escolha inadequada de metas, como desejar algo que não está ao seu alcance.
Não sei se os psicólogos têm razão quando afirmam que o objecto primário de toda a inveja tem como origem o seio nutridor materno. Cada um traz um quinhão de falhas de amor, talvez arrastadas por traumas de infância, mas o problema é como cada um as reconhece, integra e as transfigura.
As crianças têm de aprender a ver a mãe, não apenas como uma fonte de alimento e aprender a controlar a sua voracidade porque, o amor materno não é perfeito e nem tem que ser, porque o amor de mãe é inerente à condição de mãe, que pode variar de acordo com a consciência de cada uma, de acordo com as ambições, frustrações ou cultura, ele pode ser fraco ou forte, existir ou não existir, aparecer e desaparecer, pode ser bom ou mau, ter preferência por um filho ou não, mas isso não é motivo para se ficar com o “trauma da inveja”, que é uma reivindicação estéril e infeliz.
O contrário da inveja é a gratidão e esta, está intimamente ligada à confiança,no bem que se desenvolve nos outros e no bem que se pode receber dele.
Etiquetas:
inveja
quinta-feira, 30 de janeiro de 2014
Ano Novo Chinês do Cavalo
Estamos a chegar ao ano novo chinês, também chamado de Festival da Primavera ou o ano novo Lunar, cujo animal que calha este ano, é o Cavalo de Madeira.
Esta é a maior festa do ano, a mais elaborada, mais colorida e o mais importante festival chinês que durante algum tempo que antecede o grande dia, e porque são muito supersticiosos, têm muitos rituais relacionados com esta época.
Começam por limpar as suas casas, deitando coisas velhas fora, que inclui móveis e muitas vezes o próprio colchão da cama, para se livrarem da má sorte.
As dívidas devem estar pagas até esta dada, para afastar o mau Feng Shui das finanças.
Na noite de Ano Novo todas as portas e janelas devem estar abertas à meia-noite para deixar o ano velho sair
A primeira pessoa que se encontra e as primeiras palavras ouvidas, são consideradas importantes para determinar a sorte que se irá ter ao longo do ano. Ouvir e ver pássaros vermelhos, é considerado um bom presságio.
Antes do dia de Ano Novo, as famílias chinesas decoram as suas salas de estar com vasos cheios de botões de flores, laranjas e tangerinas e compram oito variedades de fruta cristalizada, para começar o ano de forma doce, porque o povo chinês acredita que determinadas frutas e flores trazem boa sorte e boa fortuna no ano vindouro.
Escrevem também votos de felicidade em papel vermelho que colocam na parede e na porta da rua.
E assim, os chineses celebram o Ano Novo com diversos rituais, usados para assegurar um ano auspicioso, e que a celebração se prolonga por vários dias.
Também está tudo a postos para a queima de panchões e fogos de artifício para assustar os maus espíritos e bem receber o novo ano.
Aqui ficam algumas curiosidades relacionadas com as tradições para receber bem a chegada do Ano Novo Chinês:
1ºdia de festejos é para dar as boas-vindas aos deuses do Céu e da Terra, e por isso as pessoas evitam comer carne neste dia, pois acreditam que assim estão a atrair uma vida longa e feliz.
2º dia, os chineses rezam não só aos seus deuses, como também aos seus antepassados. É considerado o dia de todos os cães, e por isso os Chineses dão particular atenção nesse dia a estes animais de estimação.
3º e 4º dias de festejo, os genros prestam homenagem aos sogros.
5º dia é chamado Po Woo, e as pessoas ficam em casa para dar as boas-vindas ao Deus da Riqueza. Evitam visitar amigos ou familiares, pois existe a superstição de que isso poderá trazer mau Feng Shui.
O período entre o 6º e o 10º dias são dedicados a visitar familiares, amigos, e templos, onde vão rezar e pedir fortuna e saúde aos deuses.
7º dia do Ano Novo, os agricultores fazem uma bebida composta por sete cereais para celebrar a chegada do novo ano, comem os característicos noodles e festeja-se o nascimento de todos os seres humanos.
9º dia fazem oferendas ao imperador de Jade.
Entre o 10º e o 12º dias convidam amigos e familiares para jantar.
Depois de tantos banquetes, no 13º dia comem só arroz e choi sum para purificar o organismo.
14º dia é a preparação para o festival das lanternas que se celebra na 15ª noite.
As pessoas nascidas no ano do cavalo, são muito animadas, activas e enérgicas, normalmente elegantes, independentes, gentis e trabalhadoras.
A característica mais marcante das pessoas nascidas neste signo, é a sua forte autoconfiança. Assim, o Ano do Cavalo é um tempo para todas as pessoas avançarem com confiança em direcção aos seus objectivos e sonhos, assim como o cavalo que galopa em velocidade para o seu destino.
Durante este ano que entra, do Cavalo Madeira, a natureza deverá ser preservada, respeitada e valorizada. Ela é fonte da vida e o ideal será estarmos sempre em contacto com natureza, seja nos campos, na praia, nas montanhas e parques.
Ter plantas em casa ou um jardim, ou uma pequena horta, será essencial para atrair as boas energias. Frutas, alimentos naturais e vegetais, principalmente as folhas verdes, serão necessárias para melhorar e manter a saúde.
Para todos, os desejos de um
FELIZ ANO DO CAVALO!
KUNG HEI FAT CHOI!
Esta é a maior festa do ano, a mais elaborada, mais colorida e o mais importante festival chinês que durante algum tempo que antecede o grande dia, e porque são muito supersticiosos, têm muitos rituais relacionados com esta época.
Começam por limpar as suas casas, deitando coisas velhas fora, que inclui móveis e muitas vezes o próprio colchão da cama, para se livrarem da má sorte.
As dívidas devem estar pagas até esta dada, para afastar o mau Feng Shui das finanças.
Na noite de Ano Novo todas as portas e janelas devem estar abertas à meia-noite para deixar o ano velho sair
A primeira pessoa que se encontra e as primeiras palavras ouvidas, são consideradas importantes para determinar a sorte que se irá ter ao longo do ano. Ouvir e ver pássaros vermelhos, é considerado um bom presságio.
Antes do dia de Ano Novo, as famílias chinesas decoram as suas salas de estar com vasos cheios de botões de flores, laranjas e tangerinas e compram oito variedades de fruta cristalizada, para começar o ano de forma doce, porque o povo chinês acredita que determinadas frutas e flores trazem boa sorte e boa fortuna no ano vindouro.
Escrevem também votos de felicidade em papel vermelho que colocam na parede e na porta da rua.
E assim, os chineses celebram o Ano Novo com diversos rituais, usados para assegurar um ano auspicioso, e que a celebração se prolonga por vários dias.
Também está tudo a postos para a queima de panchões e fogos de artifício para assustar os maus espíritos e bem receber o novo ano.
Aqui ficam algumas curiosidades relacionadas com as tradições para receber bem a chegada do Ano Novo Chinês:
1ºdia de festejos é para dar as boas-vindas aos deuses do Céu e da Terra, e por isso as pessoas evitam comer carne neste dia, pois acreditam que assim estão a atrair uma vida longa e feliz.
2º dia, os chineses rezam não só aos seus deuses, como também aos seus antepassados. É considerado o dia de todos os cães, e por isso os Chineses dão particular atenção nesse dia a estes animais de estimação.
3º e 4º dias de festejo, os genros prestam homenagem aos sogros.
5º dia é chamado Po Woo, e as pessoas ficam em casa para dar as boas-vindas ao Deus da Riqueza. Evitam visitar amigos ou familiares, pois existe a superstição de que isso poderá trazer mau Feng Shui.
O período entre o 6º e o 10º dias são dedicados a visitar familiares, amigos, e templos, onde vão rezar e pedir fortuna e saúde aos deuses.
7º dia do Ano Novo, os agricultores fazem uma bebida composta por sete cereais para celebrar a chegada do novo ano, comem os característicos noodles e festeja-se o nascimento de todos os seres humanos.
9º dia fazem oferendas ao imperador de Jade.
Entre o 10º e o 12º dias convidam amigos e familiares para jantar.
Depois de tantos banquetes, no 13º dia comem só arroz e choi sum para purificar o organismo.
14º dia é a preparação para o festival das lanternas que se celebra na 15ª noite.
As pessoas nascidas no ano do cavalo, são muito animadas, activas e enérgicas, normalmente elegantes, independentes, gentis e trabalhadoras.
A característica mais marcante das pessoas nascidas neste signo, é a sua forte autoconfiança. Assim, o Ano do Cavalo é um tempo para todas as pessoas avançarem com confiança em direcção aos seus objectivos e sonhos, assim como o cavalo que galopa em velocidade para o seu destino.
Durante este ano que entra, do Cavalo Madeira, a natureza deverá ser preservada, respeitada e valorizada. Ela é fonte da vida e o ideal será estarmos sempre em contacto com natureza, seja nos campos, na praia, nas montanhas e parques.
Ter plantas em casa ou um jardim, ou uma pequena horta, será essencial para atrair as boas energias. Frutas, alimentos naturais e vegetais, principalmente as folhas verdes, serão necessárias para melhorar e manter a saúde.
Para todos, os desejos de um
FELIZ ANO DO CAVALO!
KUNG HEI FAT CHOI!
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
As JANEIRAS!
As “Janeiras” são uma canção popular, que se canta(va) precisamente no mês de Janeiro (vem daí o nome) e sempre tiveram como objectivo conseguir algumas beneces dos senhores ricos da terra e, nas cidades, pedir uma esmolazinha dos poderosos.
Dado o estado em que o nosso país se encontra, esta tradição tem tendência a voltar com uma certa força…
Aqui está, a começar pelos nossos “estimados” governantes, tendo à cabeça o Presidente do nosso (des)governo:
Viva o professor Cavaco
Que diz “safa” em vez de chiça!
Bote aqui no nosso saco
Presunto, chouriços e uma linguiça
Senhor Pedro que é dos Passos
De fácil palavra e boa
Dê-nos daí um paio
Mais uma fatia de broa
Senhor Paulo, irrevolgável
Figurão da nossa terra
Ponha aqui uma garrafa
E mais um queijo da serra
Dona Maria Luís
Que sempre tão bem nos quer
Venha um boião de compota
Mas não nos tire a colher
Viva o Dr. Paulo Macedo
Com as faces de cereja
Que é o ministro mais querido
Que entra aqui na nossa igreja
Querida Dra. Paula
Que é tal qual o rosmaninho
Faça-nos a gentileza
De nos dar um cabritinho
Ó professor Nuno Crato
Uma vez que sempre atina
Pague-nos um jantarinho
Nem que seja na Cantina
Querido Dr. Rui Manchete
Que se fez sábio com a idade
Venha de lá um salpicão
De quem diz sempre a verdade
Ó senhor Tó-Zé Seguro
Sempre com boas ideias
Forneça-nos aí uns três pipos
Que nos dê para algumas ceias
Senhor Jerónimo de Sousa
Que sempre foi comunista
Dê-me qualquer coisinha
Para animar aqui o artista
Senhora Dona Catarina
Que tem uma voz bem estridente
Arranje aí uma comidinha
Que encha a cova do dente
Senhora Procuradora
Não procure nada mais
É mandar umas perdizes
Lá da terra dos seus pais
Esta quadra que cheira a esturro
Por isso, digo-vos num sussurro
Nem o Seguro está maduro
Nem o Maduro está seguro
Nesta Janeiras
Bem andámos a pedinchar
Mas não tenham ilusões
Porque viemos de mãos a abanar…
Adaptado de "Cartas Abertas" (Revista Expresso de 11/1/2014)
Dado o estado em que o nosso país se encontra, esta tradição tem tendência a voltar com uma certa força…
Aqui está, a começar pelos nossos “estimados” governantes, tendo à cabeça o Presidente do nosso (des)governo:
Viva o professor Cavaco
Que diz “safa” em vez de chiça!
Bote aqui no nosso saco
Presunto, chouriços e uma linguiça
Senhor Pedro que é dos Passos
De fácil palavra e boa
Dê-nos daí um paio
Mais uma fatia de broa
Senhor Paulo, irrevolgável
Figurão da nossa terra
Ponha aqui uma garrafa
E mais um queijo da serra
Dona Maria Luís
Que sempre tão bem nos quer
Venha um boião de compota
Mas não nos tire a colher
Viva o Dr. Paulo Macedo
Com as faces de cereja
Que é o ministro mais querido
Que entra aqui na nossa igreja
Querida Dra. Paula
Que é tal qual o rosmaninho
Faça-nos a gentileza
De nos dar um cabritinho
Ó professor Nuno Crato
Uma vez que sempre atina
Pague-nos um jantarinho
Nem que seja na Cantina
Querido Dr. Rui Manchete
Que se fez sábio com a idade
Venha de lá um salpicão
De quem diz sempre a verdade
Ó senhor Tó-Zé Seguro
Sempre com boas ideias
Forneça-nos aí uns três pipos
Que nos dê para algumas ceias
Senhor Jerónimo de Sousa
Que sempre foi comunista
Dê-me qualquer coisinha
Para animar aqui o artista
Senhora Dona Catarina
Que tem uma voz bem estridente
Arranje aí uma comidinha
Que encha a cova do dente
Senhora Procuradora
Não procure nada mais
É mandar umas perdizes
Lá da terra dos seus pais
Esta quadra que cheira a esturro
Por isso, digo-vos num sussurro
Nem o Seguro está maduro
Nem o Maduro está seguro
Nesta Janeiras
Bem andámos a pedinchar
Mas não tenham ilusões
Porque viemos de mãos a abanar…
Adaptado de "Cartas Abertas" (Revista Expresso de 11/1/2014)
Etiquetas:
"Janeira",
politica e os politicos,
sociedade portuguesa
Subscrever:
Mensagens (Atom)














