domingo, 24 de maio de 2009

Ode ao amor


Se cada vez que me lembrasse de ti,
fosse escrever um poema,
a tua casa seria pequena para contê-los ,
e o meu tempo, escasso para escrevê-los.
Se de cada vez que ouvisse a tua voz, nascesse uma flor,
a terra seria coberta de rosas para deslumbrar a tua existência e eternizar este amor.
Se cada vez que murmurasse o teu nome, no céu brilhasse uma estrela, não mais haveria noite.
O mundo seria belo e claro como tão claro e raro é o amor que nos consagra.
Se cada vez que tivesse saudades, Deus perdoasse um pecado,
toda a humanidade receberia perdão.
Que vivam estão os puros sentimentos
Que fazem desta vida o adubo do amor.

2 comentários:

Manuela disse...

nao e facil escrever sobre o amor e a saudade...sempre falta alguma coisa...este ta lindo...
Manuela

Anónimo disse...

Também acho! Vou oferecer este ao meu marido num postalinho para o nosso aniversário de casados. Importas-te? Sei que não...
Beijocas.
Isabel Santos